Desde 1984, quando foi firmada a Lei de Execução Penal, o trabalho de assistência religiosa se tornou um aspecto importante na reabilitação de presidiários de todo o Brasil.
Em Manaus, voluntários realizam cultos diários entre os detentos do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj). As celebrações são feitas pastor Paulo Antonio, que dirige a Igreja Universal do Reino de Deus perto dali. Segundo Antônio, a evangelização desses presos é essencial, pois já ficou comprovado que os detentos ficam mais calmos, aprendem a respeitar uns aos outros e isso reduz o número de rebeliões. Muitos presos tiveram uma experiência de mudança de vida e foram inclusive batizados pelo pastor.
O secretário executivo adjunto de Justiça, José Bernardo Encarnação, lembra que as atividades religiosas no Compaj são divididas entre católicos e evangélicos. “Temos a pastoral carcerária, com atividades em todas as unidades prisionais. Em cada unidade há programações tanto em atividades de organização quanto cultos e outras celebrações”.
Para Encarnação, os efeitos da assistência religiosa são positivos. “Não há como precisar quando esses trabalhos começaram aqui no Amazonas, mas desde o princípio dos sistemas prisionais isso ocorre. A programação ocorre dependendo da unidade, mas é frequente. Muitos dos detentos se tornam pessoas mais fervorosas na fé. Isso faz com que eles possam fazer uma reflexão melhor do que eles querem na vida. Tem ajudado muitas pessoas no caso da penitenciária”, finaliza.
Com informações D24m Fonte:Gospel Prime
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